História & Estórias

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A LENDA DAS AMENDOEIRAS EM FLOR EM POESIA

Como as histórias de encantar

Onde a tristeza é anulada pela alegria

O bem sobre o mal irá triunfar

E todos vivem em harmonia!

Assim começa lenda que vos vou contar:

Há muitos, muitos séculos atrásvector-almond-tree-flower-from-pomona-italiana-illustration

Havia, no Algarve, um rei Mouro audaz

Que da derrota não era sabedor

E em todas as lutas saiu vencedor!

Entre os cativos estava uma princesa

De olhos azuis, linda e sem defesa

Pela qual o rei se enamorou

E por fim com ela se casou!

Durante algum tempo foram felizes

Nos corações a chama do amor

Esteve brilhante e muito acesa!

Até que uma dia a tristeza

Cativou  e abateu a bela princesa!

O rei esposo amoroso e dedicado

Ficou muito, muito preocupado,

Pelo que há perguntado:

– Gilda, esposa minha querida,

Porque estais tão triste e tão ferida?

Ela respondeu em tom cauteloso:

– Meu querido e amado esposo,

São saudades da neve da minha terra

Da brancura e da beleza de cada serra!

Pensou muito o rei Ibn-Almundim,

A solução foi encontrada, por fim

E em todo o reino amendoeiras plantou!

Na primavera que de seguida chegou,

 O rei à janela do castelo Gilda levou,

Flores brancas das amendoeiras ela avistou.

Era a neve, ou seria ilusão

Que acalentou o seu coração

E Gilda melhorou na perfeição.

Abalou a tristeza que a afetava,

E em pouco tempo ficou curada.

Gilda viveu para sempre alegre e com paixão

Junto  do rei que muito a venerava!

Fernand@maro

O SABER NÃO OCUPA LUGAR

A origem da palavra “molete
No norte molete é um pão pequeno = carcaça; biju; papo-seco
Atribui-se a origem da apelidação de molete à zona de Valongo pois era aí que se fazia o pão que se consumia no Porto. O pão tradicional, a regueifa era demasiado grande para consumo individual.
Acontece que o general francês que comandava o exército inimigo, durante as Invasões Francesas, um homem chamado Mollet, tinha tomado de assalto e estava aquartelado, no (Convento) que é hoje o Colégio da Formiga, em Ermesinde, era grande apreciador desse pão e todos os dias, ao pequeno-almoço, não o dispensava.
Dado ter um exército para alimentar e dada a crise existente e a logística necessária, decidiu que o pão teria que ser mais pequeno em doses individuais, o que foi feito de imediato, por sua ordem.
Na localidade, os padeiros já sabiam que todos os dias o pão (sempre feito durante a noite) tinha que estar pronto à mesma hora e quando colocavam as cestas nas carroças que iam para o Porto dizia-se:
– Lá vai o pão para o Molete!
(Como não sabiam falar francês, era assim que o chamavam.)
A partir daí, os pãezinhos pequenos começaram a chamar-se “moletes” e como se verificou ser a ideia bastante prática, começaram a ser fornecidos às populações até aos nossos dias.
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Origem da Palavra MINISTRO

O texto seguinte foi-me enviado por um amigo, como o achei interessante decidi partilhá-lo!103

“LATIM, Língua maravilhosa!
O vocábulo “maestro” vem do latim “magister” e este, por sua vez, do advérbio “magis” que significa “mais” ou “mais que”.
Na antiga Roma o “magister” era o que estava acima dos restantes, pelos seus conhecimentos e habilitações! “Magister dixit” era a máxima utilizada para não se duvidar da palavra dada, por um professor.
Um “Magister equitum” era um Chefe de cavalaria, e um “Magister Militum” era um Chefe Militar.
Já o vocábulo “ministro” vem do latim “minister” e este, por sua vez, do advérbio “minus” que significa “menos” ou “menos que”.
Na antiga Roma o “minister” era o servente ou o subordinado que apenas tinha habilidades ou era jeitoso.

* COMO SE VÊ, O LATIM EXPLICA A RAZÃO POR QUE QUALQUER UM PODE SER MINISTRO… MAS NÃO Mestre ou Maestro!”

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