História & Estórias

Archive for the ‘Sentimentos’ Category

TENHO O DEVER DE…


O dever devo cumprir
E ser um bom cidadão,
Tratar todos com respeito
Contribuir p´ra haver união!
 
Tenho o dever de me empenhar,
Agir com responsabilidade,
As regras devo  enlaçar
 E em tudo ter seriedade!
 
Na escola devo aprender
Lições de cidadania e educação,
Nas aulas devo estudar,
E no recreio brincar com retidão!
 
Ser íntegro é um ritual
Às aulas não devo faltar
Devo ser assíduo e pontual
P´lo que não me devo atrasar!
 
O material não devo estragar
Seja pessoal ou escolar
O ambiente sempre limpar
Para o planeta preservar!
 
Tenho o dever de sonhar
Sonhar com um mundo melhor
Onde um sonho é realidade
E recresce a felicidade!
 
Tenho o dever de cuidar,
A todos conseguir amar,
As crianças acarinhar,
E os idosos abraçar!
 
Saudar e dizer bom dia.
Agradecer com muito obrigado,
Facultar uma boa harmonia
Mostrar ser bem educado!
 
Praticar o amor e a amizade
Mostrar ter bom coração
Serei, então,  bom cidadão
E serei  pessoa de verdade
Pessoa exemplar na perfeição!

Fernand@maro


LER É UM PRAZER!

     É uma manhã de domingo de inverno! O dia acordou solarengo. Vou aproveitar o sol, recarregar baterias e acumular energia para vencer a semana que se pressupõe ser agitada e trabalhosa. Pego num livro e sento-me na janela que se debruça sobre a paisagem, procurando usufruir de um dos meus prazeres.
     Ler é um prazer, não só para quem cresceu entre livros e conquistou a cada página lida, o gosto pela leitura, como também para aqueles que buscaram aventuras e encontraram essas máquinas do tempo nas casas de amigos e vizinhos ou mesmo nas estantes da Biblioteca Itinerante Calouste Gulbenkian que, visitava de quinze em quinze dias as aldeias do interior. Eu fui uma dessas curiosas e aventureiras que descobriram que cada livro guarda dentro mundos desconhecidos e atraentes, tempos com lugares mágicos e fantásticos com pessoas monstruosas e admiráveis. Eu sou uma dessas que se apercebeu que cada livro abriga outras memórias, outras formas de ser e de estar, de sentir, de comunicar, de rir…, pelo que persiste no ato da leitura.
     Ler é um prazer, não uma obrigação!

Fernand@maro

VOAR COM O CORAÇÃO

Lá ao longe, bem ao longe
Bem longe no horizonte
Na ponta do arco íris
Está a barca dos sonhos!

Embala-me suavemente,
Levito tranquilamente
Num sonho em que voava
E sobre as nuvens me elevava
Numa noite estrelada
Com ar límpido e frio!

Volito sobre lagos e rios,
Mares e recifes em harmonia
Areias brancas encantadas
E montanhas escarpadas
Com brancos, verdes em sintonia!

Com o coração a galope
E a imaginação ancorada
Acordo e vou à janela
Pelo raio de sol sou enlaçada
De luz e cor matizada!

Olho e volto a olhar
Bem longe p´ro horizonte.
A barca não consigo avistar
Será que estou a sonhar?!

Se é fruto da imaginação
Repito e voltarei a repetir
É tão bom poder fantasiar,
Ser capaz de voar com o coração
E pelo mundo poder viajar!

Fernand@maro

O TEU OLHAR…

O teu olhar de amor
Brilhante como um farol
São olhos cheios de sol
Que enlaçam com ardor!
 
No teu olhar profundo
Viajo por todo o mundo
Onde há paz e harmonia
E todos vivem em alegria!
 
O teu intenso olhar
Espelha o verbo amar
Acalenta todo o meu ser
É ser, é ter e é viver!
 
Com o teu olhar sagaz
De tudo eu sou capaz!
 
Fernand@maro

O VERÃO DO MEU (DES)CONTENTAMENTO

Ainda estou p’ra perceber
O que está acontecer
Um frio de inverno
No calor de verão!
Por isso ando perdida
Quiçá um pouco confusa
Por não ter a satisfação
Do calor da estação!
Em vez do calor infernal
Julho com chuvas outonais
Agosto de cinzento anormal
A lembrar temporais invernais!
 
Se eu gosto do verão?
Então não gosto! 
Gosto do verão
Com sabor a mar
E na praia rir e saltar
Ao ar livre passear
Ouvir a natureza cantar!
Gosto no verão
Do por do sol avermelhado
Do amanhecer iluminado
Que nos abraça com fervor
 E nos beija com amor!
 
Quem me manda querer entender?
Porque o Homem e a Natureza
Dificilmente  estão em sintonia
Se este é o planeta que temos p’ra viver
Não devíamos conviver em harmonia?
 
Fernand@maro

ESPERANÇA RENASCIDA

Ao navegar pelo imenso mar da Internet encontrei este ternurento texto, que me atiçou alguma inquietude, no sentido que retrata a vivência triste e solitária de muitos dos nossos idosos. Este relato, verdadeiro ou fictício, é a imagem fria e crua da sociedade atual, uma sociedade que abandona os suas pessoas mais sábias e atira-as para a solidão.

“Depois de muitos anos sozinho, mesmo sendo pai de dois filhos e avô de alguns netos, o velho homem cansado decidiu não mais viver.
Arrumou toda a casa como de costume, colocou sua melhor roupa, fez uma longa carta de despedida que cuidadosamente colocou perto das fotografias de seus filhos e netos, e saiu.
Chorando entrou no ônibus com destino ao antigo viaduto, o mesmo que muitas vezes foi o cenário dos momentos felizes que passou junto com sua já falecida esposa, local bonito que costumavam passear, seria o palco da despedida definitiva de sua vida triste e solitária.
Quando se preparava para saltar do viaduto, buscando de forma ilusória um fim da solidão e da saudade; eis que houve um miado sofrido de um ser verdadeiramente abandonado.
Fingiu o velho não ouvir, e ao tentar insistir com aquele covarde ato de desespero, o miado se fez mais agudo, parecia falar com ele, pedir socorro.
Então contrariado mexeu na lixeira, e lá estava à resposta do Criador, na forma de um gatinho, para a cura da sua dor. 
Em lágrimas e um tanto envergonhado viu que aquele pequeno lutava para viver, tentando escalar a lixeira, e ele um burro velho, como costumava pensar sobre si, pensando em morrer.
Agarrou o pequeno peludo, e fez o caminho de volta para casa, precisava alimentar aquela criaturinha.
Porém estava diferente, carregava além de um sorriso verdadeiro no velho rosto, uma vida a mais para cuidar, uma razão para continuar a viver, uma motivação para acordar todas as manhãs.
E nítida era a felicidade no ônibus de um velho homem que acabara de renascer pelas patas de um filho peludo.”

Autor desconhecido

HÁ MAGIA NA ALEGRIA

Há um mundo de magia
E alegria no ar
Onde tudo é fantasia
Menos o verbo amar!
 
Neste mundo de criança
É vida é como um carrossel
Onde impera a esperança
O gosto de pastel e mel
 
O sonho se tornará real
Deixará de haver ilusão
Sê criança natural
E ama com o coração.
 
Na criança de hoje
Na criança de amanhã
Há magia na alegria
E diversão no coração!

Fernand@maro

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