História & Estórias

Archive for the ‘momento’ Category

HÁ MAGIA NA ALEGRIA

Há um mundo de magia
E alegria no ar
Onde tudo é fantasia
Menos o verbo amar!
 
Neste mundo de criança
É vida é como um carrossel
Onde impera a esperança
O gosto de pastel e mel
 
O sonho se tornará real
Deixará de haver ilusão
Sê criança natural
E ama com o coração.
 
Na criança de hoje
Na criança de amanhã
Há magia na alegria
E diversão no coração!

Fernand@maro

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ADORO SER AVÓ!

Desde que sou avó
Vivo momentos de magia,
Recordo os aromas da infância,
Vivencio momentos de alegria!
 
Pela sorte sou bafejada
Ao ser avó de duas princesas
Usufruo duma vida encantada
Amo-as com imensas certezas!
 
Sou criança como a minha neta!
A esperança foi renascida,
Com ela tem sido uma festa
E a idade foi esquecida!              
 
Amor d’ avó é açucarado de ternura
É dar felicidade com doçura
É um elo de amor incondicional,
Numa ditosa missão sem igual!

Fernand@maro

HÁ MUITAS E MUITAS MARIAS

Há muitas e muitas Marias

Muitas e muitas mais

Mulher guerreira,

Princesa herdeira

MARIA MULHER, és demais!

Há muitas e muitas Marias

Maria sofrida

Mulher bonita

Maria esquecida

MULHER exemplo de vida!

Há muitas e muitas Marias

Maria mulher,

Mulher mãe,

Mulher filha

Há muitas e muitas mais!

Artistas, vais inspirar

Mulher Maria, mulher heroína

És um exemplo a abraçar

Maria, tu és divina

MARIA, tu és MULHER!

Há muitas e muitas Marias

Há muitas e muitas mais!

Fernand@maro

FELIZ ANO NOVO!

Feliz ano novo
Ano novo, vida nova
Que a paz e a tranquilidade,
Carinho e muito amor
Te envolvam com fervor!
 
Ano novo, vida renovada
Renovada no rosto de uma criança
Com sorrisos de esperança
Gargalhadas de alegria
E abraços de harmonia!
 
Todos os dias são ano novo
Em cada minuto vivido
Em cada segundo sentido
Em cada momento sofrido
Em todo o amor oferecido!
 
Feliz ano 2019
Que a tua vida se inove!
Feliz dia
Te desejo com alegria!
Feliz momento
Te desejo com sentimento!
 
Feliz ano,
Feliz dia,
Feliz momento!

                                                                                        Fernand@maro

MEMÓRIAS DE INFÂNCIA – CHEIROS E SABORES DE NATAL

Porque há memórias, receitas, cheiros e sabores que aquecem a alma, que nos alimentam o espírito, hoje, 21 de dezembro, recordo com saudade os aromas e os sabores aconchegantes dos natais da minha meninice. Estes eram únicos, bem como toda a euforia e entusiasmo que irradiava desta quadra festiva!

Tudo começava com a recolha de pequeno e finos toros de madeira que iriam, depois de acesos, fazer ferver o azeite, numa sertã/frigideira de três pernas, que fritariam as tão deliciosas de bolas de natal, também conhecidas por filhós.

Eu segurava no alguidar, e com a força que parecia não ter, a minha mãe com a massa até ao cotovelo amassava e voltava a amassar, batia e socava a massa uma e outra vez. Quando esta se soltava bem das mãos estava pronta para levedar. Depois de polvilhada com farinha, era coberta com um pano branco e colocada junto da lareira para que crescesse bem e rapidamente.

Sentada num pequeno banco de madeira, com um pano branco nos joelhos, a minha mãe fazia bolinhas de massa que, depois de molhadas em azeite numa pequena tigela junto à lareira, tendia sobre o joelho fazendo a bola/a filhó e colocava-a no azeite. Eu gostava delas finas, quase transparentes! Eu, ao seu lado, com um garfo grande, virava, com cuidado e carinho, cada filhó. Depois de bem douradas e bem escorridas eram polvilhadas com açúcar e canela, guardas num tabuleiro ou num cesto e cobertas com uma toalha branca.

Adorava-as e adoro-as quentinhas, acabadas de fazer! Estas eram comidas não só na noite de consoada, no dia de Natal, mas também ao longo da semana até ao Ano Novo.

Para que a tradição natalícia fosse cumprida na noite de consoada comia-se o bacalhau cozido, o arroz de polvo e as migas /açorda de bacalhau e couve penca. Na sobremesa não podia faltar as filhós, o arroz doce e as rabanadas e salpicadas com canela.

Ainda, na noite de 24 de dezembro, enquanto alguns jovens andavam de porta em porta a cantar “As Boas Festas”, outros cavaqueavam e aqueciam-se junto do gigantesco cepo / madeiro que ardia no largo da igreja. Este era ateado no entardecer da véspera de Natal e ardia até ao Dia dos Reis. Nos dias anteriores os rapazes da aldeia iam roubar grandes troncos e raízes de árvores que depositavam no adro da igreja. Hoje pessoas de todas as idades continuam a juntar-se e a conviver em redor do cepo / da fogueira, aproveitando o lume do braseiro para assar e saborear frangos e febras de porco.

Ao deitar e antes da meia-noite, colocava o meu sapato na chaminé da lareira, na esperança que o Menino Jesus lá deixasse uma prendinha. Ele nunca deu com a minha casa, a prenda nunca apareceu mas, no dia de Natal, eu podia exibir-me e com vaidade com uma roupa nova.

Não posso esquecer e deixar de referir o presépio e a Árvore de Natal, que eram construídos juntos para que o pinheiro protegesse a gruta do Menino Jesus. Era também uma grande azáfama! Após cortarmos o pinheiro, arranjarmos o musgo, fazíamos a Árvore de Natal, enfeitando-a com bolinhas e fitas brilhantes. Por baixo montávamos o presépio com montes e vales, rebanhos e pastores e uma gruta que albergava o Menino Jesus, Nossa Senhora, S. José e o burrinho e vaquinha. Claro que não podia faltar a Estrela de Belém e os três Reis Magos!

Sou fã e colecionadora de presépios, tenho muitos (cerca de oitenta) e já fiz muitos, mas nunca consegui fazer um tão bonito como aqueles que recordo da minha infância!

Fernand@maro

TUDO É TEMPO

Ontem, hoje, amanhã

Tudo é tempo!

Tempo passado

Tempo vivido

Tempo sofrido

Tempo sentido!

Passado, presente, futuro!

Presente divertido

Vivido com energia

Que brilhará amanhã

Em tempo de alegria

No futuro irá brotar

O que no presente semear!

Tudo é tempo

Antes, durante, depois

Antes pensar

Durante delinear

Depois realizar

Tempo de saborear!

Tudo é tempo

De aproveitar!

Fernand@maro

O VOTO NÃO TEM PREÇO, MAS…

O ato de votar é um ato de cidadania! Em democracia o voto é a voz do povo. Os momentos do voto são, sem dúvida, os mais distintos e os mais livres de todos os momentos!

O voto não tem preço, mas tem consequências! Citando Winston Churchill “A democracia é o pior de todos os sistemas à exceção de todos os outros”, por isso devemos preservá-la, através do voto. A alternativa à democracia deve ser indesejável e inaceitável, pois passa pelas ditaduras e pelos totalitarismos.

O cidadão eleitor possui, então, um tesouro! Através do voto tem o poder de construir uma sociedade igualitária, livre e serena que lhe permita almejar um futuro melhor, mas se não souber usar esse poder com empenho e responsabilidade, pode destruir os seus sonhos e contribuir para a privação das suas liberdades fundamentais. Poderá estar a abrir a porta a um sistema pautado no autoritarismo e na repressão, com a violação dos seus direitos humanos, civis, económicos, sociais e políticos.

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