História & Estórias

Archive for Fevereiro, 2019

ACONTECEU… a 02 e a 03 de fevereiro

A 02 de fevereiro de 1387, casa-se, na cidade do Porto, D. João I com D. Filipa de Lencastre, na sequência do Tratado de Windsor, celebrado com a Inglaterra. Desta união nascerá a “Ínclita Geração” – D. Duarte, Infante D. Pedro, Infante D. Henrique, D. Isabel e Infante D. Fernando (Infante Santo).

Casamento de D. João I e D. Filipa de Lencastre na Sé da cidade do Porto.

Foi o primeiro rei da segunda dinastia e ficou conhecido pelo cognome “de Boa Memória”.

João I, “O da Boa Memória”

Pai da “Enclítica Geração”

Garantiu-nos a independência

Agradecemos a sua dedicação!

Filho ilegítimo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, nasceu em 1357, em Lisboa.

 Foi eleito rei nas Cortes de Coimbra, após uma crise política provocada pela morte de D. Fernando que tinha como única herdeira, D. Beatriz que era casa com D. João rei de Castela.

D. João I faleceu, em Lisboa, em 1433 e encontra-se sepultado no Mosteiro da Batalha, um belo exemplar da arte gótica, que mandou construir para cumprir uma promessa, pela vitória alcançada na batalha de Aljubarrota.

Fernand@maro

A 03 de Fevereiro de 1488, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo das Tormentas, depois chamado da Boa Esperança.

Bartolomeu Dias terá nascido cerca de 1450 e morreu a 29 de Maio de 1500. 

O navegador português, ao serviço do rei D. João II, dobrou o Cabo das Tormentas, que foi rebatizado de Cabo da Boa Esperança numa clara alusão ao facto de se ter esperança de rapidamente alcançar a Índia.

Em finais de Agosto de 1487, Bartolomeu Dias partiu de Lisboa ao comando de três caravelas, destino ao sul África com o objetivo de encontrar a tão ansiada passagem marítima para a Índia.

A 3 de Fevereiro de 1488, passados quase 6 meses desde a partida de Lisboa, a expedição alcança o seu objetivo.

Bartolomeu Dias tinha um grande sonho: navegar até ao oriente através do caminho que ele próprio ajudara a abrir. Com o objetivo de cumprir esse sonho integrou a expedição de Pedro Álvares Cabral, que de forma propositada ou acidental, viria a descobrir as Terras de Vera Cruz, mais tarde chamadas de Brasil.

Depois dos primeiros contactos com os índios brasileiros, os portugueses rumam novamente para a Índia, o seu destino inicial.

Quando passavam o Cabo da Boa Esperança foram atingidos por uma tempestade de proporções gigantescas que destruiu e afundou 4 naus da armada portuguesa, entre elas a de Bartolomeu Dias. Ironia do destino, o navegador encontra a morte no mesmo local que anos antes o tinha levado à glória.

Fernand@maro

ACONTECEU… O REGICÍDIO

A 1 de Fevereiro de 1908, deu-se o Regicídio, assassinato do rei D. Carlos e do príncipe herdeiro Luís Filipe.

A 1 de Fevereiro de 1908, deu-se o Regicídio, assassinato do rei D. Carlos e do príncipe herdeiro Luís Filipe.

No Regicídio foi assassinado

Carlos I, “O Martirizado

Foi pintor e amante do mar

“Diplomata” pelo país prestigiar!

D. Carlos e o príncipe Luís Filipe

Homem culto e viajado, muito ligado à natureza campestre e marítima. Adorava caçar, caminhar e admirar os campos alentejanos, onde se deliciava com o chilrear das aves da região que retratou em muitas das suas pinturas. Outra das suas paixões, era o mar e para isso, adquiriu o navio Amélia, que mandou apetrechar com instrumentos de pesquisa, que lhe permitiram explorar o fundo do mar do Açores e dar a conhecer ao mundo novas espécies da fauna e da flora dos nossos mares.

Homem culto e viajado, muito ligado à natureza campestre e marítima. Adorava caçar, caminhar e admirar os campos alentejanos, onde se deliciava com o chilrear das aves da região que retratou em muitas das suas pinturas. Outra das suas paixões, era o mar e para isso, adquiriu o navio Amélia, que mandou apetrechar com instrumentos de pesquisa, que lhe permitiram explorar o fundo do mar do Açores e dar a conhecer ao mundo novas espécies da fauna e da flora dos nossos mares.

O seu reinado (1889-1908) foi caracterizado por constantes crises políticas e sequente insatisfação popular. Houve vários acontecimentos que vaticinavam o fim da monarquia, como foi o caso como do Ultimato Inglês, de manifestações e tentativas de revolta para acabar com a monarquia.

 Mal recebeu a coroa rebentou o caso do  Ultimato Inglês, em que a Inglaterra exige que Portugal se retire dos territórios entre Angola e Moçambique, caso isto não acontece declara guerra a Portugal. O rei e o governo aceitam as exigências inglesas, atitude rotulada, pelos republicanos, de cobardia e vai ser usada como exemplo da fraqueza da coroa.

Perante tanta contestação D. Carlos entrega a governação a João Franco que instaurou uma ditadura e, com mão de ferro, procurou controlar os republicanos, os anarquistas e outras correntes políticas que se tinham infiltrado na sociedade portuguesa e faziam frente ao rei.

Morreu assassinado   na tarde de 1 de fevereiro de 1908. O príncipe herdeiro, Luís Filipe, também não morreu no atentado.

Sucedeu-lhe, com apenas 18 anos, o seu filho mais novo, D. Manuel II que viria a ser o último rei de Portugal. Reinou de 01 de fevereiro de 1908 a 05 de outubro de 1910.

Manuel II foi o rei derradeiro

Afamado por “Patriota” e “Desventurado”

O seu amor à Pátria foi verdadeiro

Quando na Inglaterra esteve exilado.

Fernand@maro

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