História & Estórias

Archive for Maio, 2011

A Importância da HISTÓRIA

A importância da História
O termo História vem do grego e significa “testemunha”. História é a ciência que estuda a vida humana através do tempo, analisando a ação do Homem no tempo e no espaço. Através dos variados testemunhos deixados pelos nossos ancestrais conseguimos reconstituir o passado, compreender o presente e precavermo-nos para o futuro. É o estudo do passado para entendermos o presente, mas de um passado vivo, que está presente em nós, uma vez que somos o resultado de tudo o que aconteceu.
Para muitos estudar história é apenas memorizar nomes e datas, mas é muito mais. Estudando História entendemos muito melhor o momento presente com a possibilidade de sermos cidadãos críticos com opiniões próprias a respeito do passado, do presente e do futuro.
Não devemos esquecer as nossas memórias, porque um país sem memória caminha desorientado, pois não conhece seu passado, não tem consciência do seu presente, e não projeta perspetiva no futuro.
O ensino da História deverá essencialmente formativo, no sentido de formar cidadãos críticos, ativos e cientes dos seus direitos e deveres. Esta formação não deverá ser dada exclusivamente em contexto de sala de aula, devendo contribuir, para a mesma, todos os agentes da comunidade educativa. Mas sendo a escola o local privilegiado onde se experienciam as relações entre a formação, os saberes, as práticas, os discursos, os grupos e os trabalhos quotidianos, é esta que tem a cota mais importante deste processo.
Eu acredito na importância de estudarmos o passado como uma base para o futuro e como fonte de cultura. É importante conhecer o passado, uma vez que o futuro se alicerça no passado.

Sê contra o BULLYING!


A menina que chamas de gorda, passa dias sem comer para perder peso.
O menino que chamas de burro, quem sabe tenha problemas de aprendizagem.
A menina que acabaste de chamar de feia passa horas a arranjar-se para que pessoas como tu a aceitem.
O menino que provocas e gozas na escola, pode receber maus tratos em casa e só estarás a contribuir para destruir a sua auto-estima.

Sê contra o BULLYING!

O Novo Acordo Ortográfico


Não tenho que voltar à escola, porque eu estou lá, mas tenho que estudar.
A partir de 1 de janeiro de 2012, o Novo Acordo Ortográfico será aplicado a todos os documentos oficiais. As novas regras ortográficas serão aplicadas ao Governo, organismos públicos, entidades e serviços que dele dependem, assim como à publicação no Diário da República.
Nas escolas, o Novo Acordo Ortográfico entra em vigor no início do ano letivo de 2011/2012.
Ainda, o estou a aprender e, apesar de não ser difícil, receio ter uma certa dificuldade de o aplicar no dia a dia, uma vez que palavras que eram acentuadas deixaram de o ser, o hífen será suprimido em muitos vocábulos: hei de, hás de… (presente do indicativo do verbo haver); contrarrelógio, autorrádio, biorritmo… (quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começado por r ou s, devem estas consoantes duplicar-se; autoestrada, hidroelétrico, plurianual, antiaéreo… (quando o prefixo termina em vogal e segundo elemento começa por vogal diferente).
Este acordo não é etimológico, mas sim fonético, pelo que a maioria das consoantes que não se pronunciam não se escrevem como: ação, direto, ato, coleção, excecional, receção, Egito…, mas continua a escrever-se: egípcio, facto, olfacto, convicção, bactéria, pacto…
Continua a usar-se o h quando se situa no início da palavra, como é o caso de: haver, habitante, húmido, hera, hoje, hora, homem…
Mas para melhor compreenderem este acordo cliquem em:
PPT-Acordo-Ortografico
Acordo_Ortogr_O que muda_o que não muda

PS: este texto foi escrito segundo o Novo Acordo Ortográfico.

RESPEITAR… Ousar Ser Justo e Partilhar

Recebi por e-mail este livro, “Respeitar… Ousar Ser Justo e Partilhar”, em pdf, sobre o respeito, um valor / sentimento pouco usado nos tempos actuais. Tal como os autores Ted e Jenny O’Neal referem é “Uma mensagem para pais, professores e outros adultos preocupados com a educação da infância”, um livro de auto-ajuda.

Para o leres clica em Livro RESPEITAR

ESCOLA PARA TODOS OU ESCOLA PARA TOLOS?


Uma escola para tolos?
O teimoso prosseguimento da implementação das actuais medidas de política educativa anuncia uma clara mudança de paradigma: a transição do modelo sixtie da “escola para todos”, para o modelo pós-modernista da “escola para tolos”.
A grande reforma educativa sorvida dos quentes e vibrantes anos do final da década de sessenta, consubstanciada nas filosofias do Maio de 68, apontava para uma escola aberta, universal, inclusiva, interclassista, meritocrática, solidária, promotora da cidadania e, até, niveladora, no sentido que deveria esbater as desigualdades sociais detectadas à entrada do percurso escolar.
Os professores passavam a ser mediadores da aprendizagem, promotores da socialização e do trabalho partilhado. Os alunos metamorfoseavam-se em aprendentes activos, participativos, concretizadores, co-líderes da sala de aula e do rumo a dar às planificações. Os pais, descolarizados ou iletrados, por vergonhosa opção de quatro décadas de ditadura, entregavam os seus filhos naqueles centros de promoção do sucesso social. Era a escola aberta à comunidade, uma escola moderna, que se impunha à escola tradicional. Era, enfim, a escola para todos.
Com o decorrer dos anos, os governantes, lá no alto do seu douto saber, entenderam que, já agora, os professores e a escola poderiam também cumprir uma imensidão de funções até então cometidas ao Estado, às famílias e à sociedade. Mesmo que não tivessem tido preparação para isso, os professores tinham demonstrado que sabiam desenvencilhar-se e, sobretudo, que não sabiam dizer não.
E desde então, essas passaram também a ser tarefas e funções da escola e dos seus docentes. A partir desse momento singular, passámos a ter uma escola que, por acaso, também era um local de aprendizagem formal, mas que, sobretudo, se foi desenvolvendo como um espaço de aprendizagens sociais, informais, socializadoras. E foi assim que se baralhou e se desvirtuou uma escola que, altruisticamente, queria ser para todos, transformando-a numa escola onde tudo cabia. Era a escola para tudo.
Mais recentemente (reportando-nos ao baronato de Maria de Lurdes Rodrigues e ao principado de Isabel Alçada), entendeu-se que a escola gastava muito e os professores,
numa indolência secular, pouco faziam. Logo, quem sabe? até poderiam ser substituídos uns pelos outros, à molhada, degradantemente. Ou até secundarizados por skinnerianas máquinas de ensinar, que apressadamente se viram baptizadas de Magalhães, porque os governantes portugueses gostam que a história, tal como as telenovelas, se repita.
Aos professores, era exigido que reincarnassem de novo: uns em avaliadores, outros em avaliados; uns em directores, outros em assessores, outros em assessorados; uns em titulares, outros em titulados, uns em relatores, outros em ralados. Porém, desta vez, a culpa não ia morrer solteira. Mas, para isso, revelava-se necessário desviar as atenções: o resvalar da escola não podia ser atribuído ao acumular dos insucessos de continuadas e desastrosas políticas educativas. Com o derrapar da instituição escolar, a responsabilidade tinha que ser apenas atribuída a um dos actores: aos docentes, claro… e, logo, à sua falência profissional. Acreditam? Pois… é a escola para tolos.
O que eles não sabem nem sonham é que os professores têm dentro de si a força regeneradora do saber, da cultura e da utopia social. Modelando sabiamente os seus alunos, são os construtores de futuros. Dentro e fora da escola querem partilhar a discussão do amanhã, porque aprenderam que ter, é ceder e partilhar.
Infelizmente, como humanos que são, também erram: do seio da escola por vezes saem maus políticos e, logo, más políticas. Mas não é por isso que se deixam abater, já que exercem uma profissão que exige a reflexão permanente, a busca de consensos, e a capacidade de ser persistente, sem teimosia.
Hoje, e talvez por estarmos à beira de uma pressentida reedição do Maio de 68, com os jovens na rua a contestarem as políticas e os políticos que se enredaram em rotinas de salamaleques e na narcísica gestão das suas imagens e carreiras, fazemos nossas as palavras dos Deolinda: “ E fico a pensar/ que mundo tão parvo/ onde para ser escravo/é preciso estudar”.
João Ruivo

Chegada De Vasco Da Gama A Calecut – 20 de Maio de 1498

A 20 de Maio de 1498 os portugueses chegaram à Índia.
Vasco da Gama, com apenas 28 anos, foi o capitão escolhido por D. Manuel I para comandar a expedição que tinha como missão encontrar o caminho marítimo para a Índia. A armada de Vasco da Gama partiu do Restelo, Lisboa, no dia 8 de Julho de 1497 e chegou a Calecute, na Índia, no dia 20 de Maio de 1498.
Vasco da Gama foi o primeiro navegador português a alcançar a Índia, contornando o continente africano, numa expedição oficial enviada pelo rei de Portugal. Teve, ainda, a honra e o mérito de ser o primeiro navegador a contornar o Cabo da Boa Esperança, unindo os dois oceanos, o Atlântico e o Índico, a navegar ao longo do continente africano e de ser o primeiro europeu a chegar à Índia por mar. Chegou a Calecute em 1498. Levava com ele cento e cinquenta homens, entre marinheiros, soldados e religiosos, distribuídos por quatro pequenas embarcações:
– a São Gabriel, construída especialmente para esta viagem e que era comandada pelo próprio Vasco da Gama;
– a São Rafael, também construída especialmente para esta viagem e que era comandada pelo seu irmão, Paulo da Gama;
– a Bérrio, oferecida por D. Manuel Bérrio e que era comandada por Nicolau Coelho;
– e uma outra embarcação, de nome São Miguel, para transporte de mantimentos.
Ao chegar a Calecute a 20 de Maio de 1498, Vasco da Gama descobriu o caminho marítimo para a Índia. Regressou a Lisboa no verão de 1499, um mês depois dos seus companheiros, pois teve de sepultar o irmão (Paulo da Gama), que adoecera e que acabou por falecer na Ilha Terceira, no arquipélago dos Açores.
D. Manuel I recompensou o glorioso feito, dando-lhe título, renda e duas vilas, a de Sines e a de Vila Nova de Milfontes.
Ainda voltaria mais duas vezes à Índia — em 1502 e em 1524; desta última vez como Vice-Rei para lutar contra os abusos existentes que punham em causa a presença portuguesa na região. Vasco da Gama começou a actuar rigidamente e conseguiu impor a ordem, mas veio a falecer em Dezembro desse mesmo ano em Cochim. Os seus restos mortais foram trazidos para Portugal. Em 1880 foram trasladados para o Mosteiro dos Jerónimos. O seu túmulo encontra-se ao lado do túmulo do poeta Luís de Camões, que cantou os feitos do navegador em Os Lusíadas.
Vasco da Gama nasceu em Sines, em 1469, e faleceu em 1524, deixando sete filhos e a esposa, D. Catarina de Ataíde.

Dá-me um ABRAÇO


Dia 22 de Maio é o Dia do Abraço.
“Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer”. Virginia Satir