História & Estórias

Foi a 01 de dezembro de 1640 que, os Conjurados, um grupo de 40 jovens da nobreza portuguesa puseram fim ao domínio espanhol de 60 anos e restauraram a independência de Portugal. Pelas 9 horas da manhã invadiram o Paço da Ribeira, prenderam a Duquesa de Mântua, representante do rei Filipe III, em Portugal, mantaram o seu principal conselheiro Miguel de Vasconcelos e atiraram o seu corpo por uma janela. Aclamaram D. João Duque de Bragança, como rei de Portugal, com o título de D. João IV.

http://ensina.rtp.pt/artigo/a-restauracao-de-1640/

Iniciou-se desta forma a Guerra da Restauração que só vai terminar em 1668, com a assinatura de um tratado de paz, o Tratado de Madrid, bem como a 4ª e última dinastia da monarquia portuguesa, a Dinastia de Bragança ou Brigantina.

Tenho o direito a  ter direitos:
Direito a um nome
Direito a um lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar!
Direito à educação     
Na escola poder andar
Ser criança, poder brincar,
Sorrir, cantar e pular!
Direito à liberdade de expressão,
Manifestar a minha opinião!
Direito à igualdade e à diferença,
Justiça na igualdade,
Equidade na oportunidade!
Ser tratada com dignidade,
Ter respeito e esperança!
Direito à felicidade,
De amar e ser amada,
Viver num mundo sem agitação
Onde se repele a desavença
E se abraça a união!      
Tenho o direito a  ter direitos!       
Se o direito é uma diversão
O dever é um obrigação
Direito ou dever eis a questão
Isso fica para outra lição!

Fernand@maro

. Naquele tempo a maioria casava-se no mês de junho (início do verão, para eles), porque, como tomavam o primeiro banho do ano em maio, em junho o cheiro ainda estava mais ou menos. Entretanto, como já começavam a exalar alguns “odores”, as noivas tinham o costume de carregar buquês de flores junto ao corpo, para disfarçar. Daí termos em maio o “mês das noivas” e a origem do buquê explicadas. Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível perder um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue fora o bebê junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos…

. Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais se aquecerem; cães, gatos e outros animais de pequeno porte como ratos e besouros. Quando chovia, começavam as goteiras e os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivetes” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs”. Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.

. Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimentos oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada – lembremo-nos que os hábitos higiênicos da época não eram lá grande coisa… Isso acontecia frequentemente com os tomates, que, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estava morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu a vigília do caixão.

. Os cemitérios eram pequenos, e nem sempre havia espaço para enterrar todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossário, e o túmulo era utilizado para outro infeliz. As vezes ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino.Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Assim, ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, como usamos hoje…

Fonte: www.sitedecuriosidades.com

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Ao longo dos tempos as mulheres sempre lutar para serem reconhecidas, apenas, como gente, mas foi nos últimos 100 anos que a mulher conseguiu alguns espaços na sociedade, exigindo respeito e justiça, reivindicando igualdade de oportunidades, iguais salários e reclamando uma participação no mundo político.
Neste singelo texto tenciono homenagear algumas dessas extraordinárias MULHERES.
Ana de Castro Osório nasceu em 1872 e foi uma das mais importantes feministas portuguesas, não radical. Foi ainda escritora, editora, pedagoga, publicista, conferencista e republicana.
É considerada uma das fundadoras da literatura infantil em Portugal, tendo feita uma vasta recolha da tradição popular oral do conto infantil. Não se limitando a esta área da escrita, Ana Castro Osório escreveu ficção para outros públicos.
Carolina Michaëlis de Vasconcelos origem alemã e nasceu em 1851. Ficou na história como a 1ª mulher nomeada, em 1911, para o cargo de professor ordinário de Filologia Germânica da Faculdade de…

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Carolina Beatriz Ângelo conseguiu, em 1911 a proeza de ser a primeira mulher a votar em Portugal. Esta senhora nasceu em 1877, frequentou o Liceu na Guarda e em Lisboa tirou o curso de medicina cujos estudos terminou em 1902. Foi pioneira na prática das intervenções cirúrgicas, foi a primeira médica que operou no hospital de São José, acabando por se dedicar à ginecologia, como Adelaide Cabete. Foi uma lutadora sufragista e fundadora da Associação de Propaganda Feminista.
Num período em que o direito de voto era reconhecido apenas a “cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família”, esta médica conseguiu depositar o seu voto nas urnas para as eleições da Assembleia Constituinte, em 1911. Invocando a sua qualidade de chefe de família, uma vez que era viúva e mãe, Carolina Beatriz Ângelo conseguiu que um tribunal lhe reconhecesse o…

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ser-professor-e

Ser professor

É ensinar, é partilhar,

É apoiar e formar,

E sempre acreditar!

Ser professor

É compreender, é aprender,

É refletir e construir

E nunca desistir!

Ser professor

É viver, é sonhar,

É fazer e inspirar

Ser capaz de encantar!

Ser professor

É ter vocação,

É ser protetor

É agir com coração!

Fernand@maro

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