História & Estórias

HOJE É DIA!

OLYMPUS DIGITAL CAMERAALEGRIA: HOJE É DIA!

Hoje é dia de olhar para o céu,

Hoje é dia de levantar a cabeça,

Hoje é dia de enfrentar a vida como ela é,

Hoje é dia de perder o medo e seguir em frente,

Hoje é dia de ser alegre,

Hoje é dia de dizer a verdade para o coração,

Hoje é dia de dar risada com os amigos,

Hoje é dia de sonhar mais alto que as montanhas,

Hoje é dia de sentir o vento no rosto,

Hoje é dia de cantar a toa,

Hoje é dia de sorrir por nada e por tudo,

Hoje é dia de correr pela vida,

Hoje é dia de sermos nos mesmos sem medo… E mais que tudo isso

Hoje é mais um dia de vida,

A vida é bela,

A vida é vida é milagre,

A vida é simplesmente a Vida.

Todo dia é Hoje e todo dia é de algo!

Hoje é dia de…

Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=4806#ixzz3InsZ0LkN

 

Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente”.

Dalai Lama

Se deste outono

Se deste outono uma folha,outono-poema
apenas uma, se desprendesse
da sua cabeleira ruiva,
sonolenta,
e sobre ela a mão
com o azul do ar escrevesse
um nome, somente um nome,
seria o mais aéreo
de quantos tem a terra,
a terra quente e tão avara
de alegria.

Eugénio de Andrade

LuisaDSoares

Luísa Ducla Soares

 

O Que Tu És…

És Aquela que tudo te entristece
Irrita e amargura, tudo humilha;
Aquela a quem a Mágoa chamou filha;
A que aos homens e a Deus nada merece. Mulher

Aquela que o sol claro entenebrece
A que nem sabe a estrada que ora trilha,
Que nem um lindo amor de maravilha
Sequer deslumbra, e ilumina e aquece!

Mar-Morto sem marés nem ondas largas,
A rastejar no chão como as mendigas,
Todo feito de lágrimas amargas!

És ano que não teve Primavera…
Ah! Não seres como as outras raparigas
Ó Princesa Encantada da Quimera!…

Florbela Espanca, in “Livro de Sóror Saudade”

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O camaleão
tem a cor da ocasião.
Usa-se muito em política
é prática muito vista
– a situação pode mudar
ele não
é sempre situacionista

Carlos Pinhão, Bichos de Abril

À semelhança do camaleão, o político também muda, não de cor, mas de promessas. O prometido hoje não o será amanhã. Se o camaleão caça as suas presas recorrendo à sua língua comprida, o político apanha as suas presas utilizando uma linguagem repleta de vocábulos esperançosos que parecem ter muito sentido, mas que na prática pouco resultam. Ambos têm a capacidade de se adaptarem com muita e hábil facilidade às adversidades do momento e de usarem a língua para caçar as presas.

A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio.
Martin Luther King Jr
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A origem da palavra “molete
No norte molete é um pão pequeno = carcaça; biju; papo-seco
Atribui-se a origem da apelidação de molete à zona de Valongo pois era aí que se fazia o pão que se consumia no Porto. O pão tradicional, a regueifa era demasiado grande para consumo individual.
Acontece que o general francês que comandava o exército inimigo, durante as Invasões Francesas, um homem chamado Mollet, tinha tomado de assalto e estava aquartelado, no (Convento) que é hoje o Colégio da Formiga, em Ermesinde, era grande apreciador desse pão e todos os dias, ao pequeno-almoço, não o dispensava.
Dado ter um exército para alimentar e dada a crise existente e a logística necessária, decidiu que o pão teria que ser mais pequeno em doses individuais, o que foi feito de imediato, por sua ordem.
Na localidade, os padeiros já sabiam que todos os dias o pão (sempre feito durante a noite) tinha que estar pronto à mesma hora e quando colocavam as cestas nas carroças que iam para o Porto dizia-se:
– Lá vai o pão para o Molete!
(Como não sabiam falar francês, era assim que o chamavam.)
A partir daí, os pãezinhos pequenos começaram a chamar-se “moletes” e como se verificou ser a ideia bastante prática, começaram a ser fornecidos às populações até aos nossos dias.
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O texto seguinte foi-me enviado por um amigo, como o achei interessante decidi partilhá-lo!103

“LATIM, Língua maravilhosa!
O vocábulo “maestro” vem do latim “magister” e este, por sua vez, do advérbio “magis” que significa “mais” ou “mais que”.
Na antiga Roma o “magister” era o que estava acima dos restantes, pelos seus conhecimentos e habilitações! “Magister dixit” era a máxima utilizada para não se duvidar da palavra dada, por um professor.
Um “Magister equitum” era um Chefe de cavalaria, e um “Magister Militum” era um Chefe Militar.
Já o vocábulo “ministro” vem do latim “minister” e este, por sua vez, do advérbio “minus” que significa “menos” ou “menos que”.
Na antiga Roma o “minister” era o servente ou o subordinado que apenas tinha habilidades ou era jeitoso.

* COMO SE VÊ, O LATIM EXPLICA A RAZÃO POR QUE QUALQUER UM PODE SER MINISTRO… MAS NÃO Mestre ou Maestro!”

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